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Tárcio Costa se dedica a mais de um segmento dentro das artes. Sua trajetória em vinte anos de carreira engloba atuações no teatro, musica e literatura, utilizando para divulgação dos mesmos, todos os meios de comunicações disponíveis.
TEATRO Destaque para o texto "ESTRELA DE PAPEL" (Tárcio Costa) escolhido no projeto de obras inéditas do SESI 2009 e a obra "O MENINO MACHADINHO" considerado um dos dez melhores textos de 2009 pelo centro de pesquisa do teatro infantil do Rio de Janeiro (CEPETIN) Aprofundou-se na pesquisa da cultura popular mais precisamente a que diz respeito ao norte nordeste do Brasil. São obras de sua autoria: Ariano de Norte a Suassuna, O auto de Quem Vem de baixo, o espetáculo infantil "Mais um conto de Maria", Palhaço Gregó o Vendedor de Sonhos entre outras. Como ator protagonizou também: “Pessoa, Fernando” sobre a vida e a obra de Fernando pessoa, “O Homem Fiel” de Nelson Rodrigues, “A Hora da Estrela” de Clarice Lispector, “A Viagem” de Sofia de Mello Breyner Andresen entre outros. O teatro infantil também tem seu espaço nas criações do artista. Destaque para: Eh a Vaca Foi Pro Brejo, Bate Lata e Vira Lata, Piratas e Pirados entre outras. Música Como compositor chama a atenção mais uma vez pela versatilidade. Suas letras partem da influência do universo popular até a poesia concreta, comum nas obras dos compositores da nova geração da chamada nova MPB. Destacam-se nesse segmento as cinco indicações consecutivas como melhor compositor no “Festival Viola de Todos os Cantos” realizado anualmente pela EPTV (Retransmissora da Rede Globo de Televisão). Em todas as obras de Tárcio Costa para o teatro infantil o lado compositor se faz presente em musicas compostas especialmente para criançada. Literatura Como poeta Tárcio Costa possui varias obras publicadas e premiadas nos principais concursos literários do território nacional. Obras como: A amante, Sertanejas, O coiso e o Gênio da Garrafa Pet são alguns dos exemplos de poesia moderna. A poesia de folheto (Cordel) fruto mais uma vez da pesquisa da cultura popular realizada pelo artista, resume de maneira simples seu perfil sarcástico e bem humorado típico dos cordelistas (escritores de cordel), características essas encontradas em todas as suas obras. Os cordéis de Tárcio Costa possuem leitores assíduos em mais de seis paises incluído os EUA. Recentemente teve seus cordéis estudados e divulgados pelos alunos e corpo docente do Centro Universitário Claretiano de Batatais. Entre aqueles que divulgam as obras do artista estão: SESC, SESI Secretária da Cultura do Estado de São Paulo, Colégios COC entre outros. |
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Poderia começar dizendo que as crianças são verdadeiras etc e tal para falar do meu prazer com o teatro infantil. Mas seria o que todo mundo já falou e, cá entre nós, adultos também são verdadeiros porque se não fossem, não conseguiríamos fazer teatro para crianças. Para mim o teatro infantil é muito mais que uma definição de público. É uma arte que exige de você se libertar de conceitos, regras e tudo o mais que vamos apredendendo na vida adulta. O teatro infantil é como um muro que separa 2 mundos. De um lado está um mundo com causa e efeito e do outro está um mundo que só tem o efeito. E é nesse mundo que eu mergulho quando estou no teatro infantil, pensando no efeito e não na causa. Viajando pelo site vocês podem conhecer mais sobre o teatro infantil e também outros segmentos da arte e cultura. |
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Por que o cordel? Esta é uma pergunta que me acompanha por todos os cantos. As pessoas me questionam e eu também me questionei bastante. Hoje eu tenho a resposta. Cordel porque é vivo. Cordel porque utiliza uma mídia que não é controlada pelos poderosos, a mídia da boca do povo. Nada mais simples e ao mesmo tempo tão complexo como uma arte que sobrevive e cresce simplesmente porque o o povo gosta e entende. Por isso eu vivo, respiro e estudo o cordel. Porque sou cordelista sim senhor! |
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