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O Verdadeiro Natal

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Nesse santo aniversário

Denominado Natal

Há muito mais que presentes

Ou o nobre vil metal

Algo que de tão sublime

Não nos parece real

 

Mas como a água e o sal

O homem e a Providencia

Fundem-se num equilíbrio

despertando a consciência

Criador e criatura

Unidos pela essência

 

Numa suave cadencia

Uma força que atrai

O Pai existe no filho

E o filho eterno no Pai

Erguendo-se um novo espírito

Frente ao velho que se vai

 

Em cada folha que cai

Na fartura ou na dor

Naquilo que seca a boca

Ou que desperta o sabor

O poder universal

Reapresenta-nos o amor

 

Sub a luz de furta cor

Somos aquilo que somos

Crendo em Cristo, Maomé

Orixás, índios, gnomos

Um corpo de muitos corpos

Ou Fruta de muitos gomos

 

Diante de tantos “homos”

Sejamos sapiens ou não

Sem negar a Charles Darwin

E a estrada da evolução

Mostra-se entre céu e terra

Mais do que pede a razão

 

Eis aqui a conclusão

Desse humilde companheiro

Inspirado nos dizeres

Do meu amigo e parceiro

Que a todos revelo ser

Paulo Roberto Monteiro

 
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